Eu namoro a algum tempo, e meu namorado, assim como eu, não gosta de ser sufocado. E isso é um problema. Sempre tem aquela história: não faça com os outros, o que você não gostaria que fizessem com você. E eu sempre fui apta e essa filosofia de vida, então eu estou constantemente lutando contra a minha natureza controladora e possessiva.
Mas nem sempre é fácil. Quase nunca é fácil. É complicado ter que disfarçar aquele ciumes que, por mais que você saiba que é completamente bobo e infantil, está ali. Então eu desenvolvi cinco passos para me ajudar com isso:
- Aceitação. Você tem que aceitar o ciumes, a possessividade. Você tem que admitir a si mesma que é sim controladora, e que você precisa controlar isso.
- Paciência. Coloque na balança se brigar por aquilo vale a pena. As vezes, quase sempre, as brigas são causadas por coisas irracionais, por raiva de momento, por coisas que poderiam ser repensadas e evitadas.
- Confiança. É óbvio, para qualquer tipo de relacionamento, que antes de você gostar de outra pessoa você tem que SE AMAR primeiro. Então aceite a si próprio e entenda: Se uma pessoa convive com você, 'tá do seu lado é porque você é mais importante que a certa 'amiguinha'.
- Liberdade. Principalmente em um namoro é importante entender quê: não é porque você começou a namorar que você se tornou apenas uma pessoa. Da mesma forma que você tem que ter sua vida, seu namorado(a) tem o total direito de ter a dele. Manter relações antes/durante/depois de relacionamentos é fundamental, então não sinta ciumes de certas amizades.
- Compreensão. Você tem que entender que um relacionamento não é apenas você, seu lado e sua razão. Você escolheu compartilhar sua vida com outra pessoa e nesse meio existem as diferenças. É importante você e a pessoa que você se relaciona entender que é necessário abrir mão uma vez ou outra.
Como diria minha amiga: Antes de qualquer relacionamento entenda que toda pessoa tem um ciclo, e nenhuma pessoa faz parte do seu ciclo, ela tem a liberdade de ir e vir. Dê motivos a ela para ela querer ficar.
Mariana Vaz, canceriana, uma adolescente em constante crise de identidade. Utopia e abstração são palavras chaves. Viagens e energias positivas. Não-ateia, não-cristã. Apaixonada pela vida e por tudo que ela representa. A simplicidade mais complexa que existe. Sentimental ao extremo, chorona, talvez mimada, feliz e triste. Vivo em Goiânia, tenho meus amigos, tenho minha vida, tenho minhas ideias e agora... tenho meu blog.
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